Parafusos Allen


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A absorção do hidrogênio livre do banho eletroítico, ou de qualquer outra fonte, pode provocar a fragilidade¹ do material. A decapagem ácida e a eletrodeposição de zinco estao entre os tratamentos superficiais mais comuns que causam a hidrogenização.

¹METALAC SPS não recomenda e não se responsabiliza por tratamentos
superficiais efetuados por terceiros em seus produtos

Parafusos Allen com Sextavado Interno

Os parafusos Allen possuem as principais características

Tratamento Térmico de Alta Qualidade
Parafusos Allen possuem têm a remoção total do fosfato para garantir a ausência de fragilização por ferrita-delta

Cabeça Mais Forte e Mais Precisa
Parafusos Allen contém a combinação de tolerâncias para fazer o sextavado mais profundo e mais forte para montagem mais fácil e vida maior

Raio Composto
Parafusos Allen possuem raio composto para aumentr a resistência à fadiga.

Saída de Rosca 3R
Para reduzir o estresse nesta área crítica do parafuso allen aumentando a resistência à fadiga.

Fator de Atrito Reduzido
Para atingir uma força de aplicação máxima com torque reduzido no parafuso.

Rosca de Alta Qualidade
De acordo com a ISO 6757 parte 3 e ASTM A574 para parafusos resistentes à fadiga para aplicação crítica.

Controle de Dureza
Para atingir força de aplicação máxima do parafuso allen e mentar a alta ductibilidade.

Parafusos Allen sem Cabeça com Sextavado Interno

Os parafusos allen sem cabeça com sextavado interno possuem as seguintes características:

Encaixe sextavado com profundidade máxima
Confere área extra de torção permitindo altos torques de aperto sem danificar a chave e o parafuso.

Tratamento Térmico
Tratamento térmico apropriado aliado à utilização de aço liga nobre propiciam a obtenção de dureja uniforme e asseguram máxima resistência sem fragilização.

Ponta de acordo com a aplicação
Uma ponta adequada para cada aplicação. A ponta recartilhada proporciona maior força de retenção vibracional

A seleção de pontas é normalmente determinada pela natureza da aplicação, materiais envolvidos, suas durezas relativas, freqüência de montagem e outros fatores. Mencionamos aqui os tipos de ponta standard, suas características gerais e as áreas mais freqüentes de aplicação de cada tipo. Para dimensões, propriedades mecânicas, torques de fixação.

Seguem alguns exemplos:

 

Ponta Côncava Recartilhada 

Para colocação rápida e permanente de engrenagens, anéis, polias ou botões sobre eixos. O recartilhado exclusivo evita o afrouxamento, mesmo quando a rosca interna é mal feita. Resiste às mais severas vibrações. A ponta é escareada para um máximo poder de travamento. 

 

Ponta Plana

Usualmente empregada onde o aperto é freqüente, causando pequeno ou nenhum desgaste na parte contra a qual é assentada. Pode ser usada contra eixos temperados com uma parte plana retificada e como parafuso de ajuste.

 

 

Ponta Cilíndrica (half dog)

Para fixação permanente de uma peça em outra. A ponta é encaixada em um furo no eixo ou contra uma superfície plana fresada. Substitui freqüentemente pinos de guia. 

 

Ponta Cônica

Para fixação permanente de peças. A penetração profunda dá maior força de retenção axial e torcional. Em materiais com dureza acima de 208 HB (15 HRC) a ponta penetra até a metade do seu comprimento, desenvolvendo maior resistência ao cisalhamento pelo aumento da secção resistente. Usada para pivôs e ajustes finos.

 

​Força de Retenção dos Parafusos Sem Cabeça Allen

O parafuso sem cabeça tem, basicamente, duas funções: fixar duas peças, uma contra outra e evitar que elas se soltem.

Para cumprí-las, ele precisa desenvolver uma potente força de travamento.

Ao contrário dos outros parafusos, o sem cabeça trabalha a compressão e, portanto, a força de travamento concentra-se no ponto em que ele está assentado, fixando, firmemente, as duas partes do conjunto e provendo uma primeira ação contrária ao afrouxamento.

Ao se apertar o parafuso sm cabeça allen em conjunto eixo anal gera-se a força (F) exercida pela ponta sobre o eixo e também uma reação igual, F1, do anel sobre o eixo, no lado oposto.

Essas forças criam duas áreas de atrito, (A) e (B) que são responsáveis por quase toda a resistência ao movimento relativo, axial ou torcional, das duas peças. Uma resistência adicional é provocada pela penetração da ponta no eixo.

Existem dois tipos de forças de retenção: estástica e dinâmica.

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